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  <title>Hays PT Technology</title>
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  <updated>2026-05-02T05:53:09Z</updated>
  <dc:date>2026-05-02T05:53:09Z</dc:date>
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    <title>Que influência terá o metaverso no futuro do recrutamento?</title>
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      <name>Catarina Vilar</name>
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    <updated>2022-05-09T17:10:30Z</updated>
    <published>2022-05-09T17:02:00Z</published>
    <summary type="html">&lt;div&gt;A Hays Technology anunciou recentemente que se tornou &lt;a href="https://www.haystechnology.com/blog/-/blogs/hays-technology-becomes-the-first-recruiter-to-enter-the-metaverse"&gt;na primeira empresa de recrutamento a criar um escritório no metaverso&lt;/a&gt;. A crescente adoção ao metaverso, onde as pessoas se conhecem através de avatares em ambientes privados e públicos, é uma oportunidade entusiasmante para comunicar, tendo muitas aplicações úteis.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Uma adesão generalizada ao metaverso não é um futuro longínquo. O metaverso e as realidades aumentadas a ele associadas são cada vez mais populares – efetivamente, em 2021, vimos mais vendas de headsets Oculus Virtual Reality do que de consolas Xbox. As possibilidades de melhorar a experiência dos gamers são evidentes, mas os benefícios podem facilmente ser aplicados ao mundo laboral. Mark Zuckerberg, que com a sua empresa Meta é o motor indiscutível desta tecnologia, já &lt;a href="https://m.facebook.com/login.php?next=https%3A%2F%2Fm.facebook.com%2Fzuck%2Fposts%2F10113851570234011&amp;amp;refsrc=deprecated&amp;amp;_rdr"&gt;declarou &lt;/a&gt;que: «No futuro, uma das muitas formas de as pessoas usarem o metaverso será no trabalho em conjunto».&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Como somos os maiores recrutadores especializados do mundo, é importante explorarmos o potencial do metaverso, alterando não só a forma como colaboramos, mas também como recrutamos e damos formação.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Encontrar emprego e recrutar no metaverso&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Costumávamos publicitar ofertas de emprego nas localidades, nas montras de lojas e em placards de ofertas de emprego. Para chegarmos a um número maior de talentos, partilhámos ofertas em jornais e em comunicações telefónicas, fizemos também feiras de recrutamento para conhecer quem se candidata. Estes canais ficaram obsoletos na era digital, com os sites de emprego e as redes sociais onde se descobre e filtra pessoas que procuram emprego, através da partilha do seu perfil. Agora fazemos os primeiros contactos através de mensagens diretas, emails e até pequenos vídeos introdutórios.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Há muitas oportunidades para replicar a nossa empresa de recrutamento no metaverso. Pode dar-se que placards digitais com anúncios de emprego se tornem populares. Da mesma forma, &lt;a href="https://www.businessinsider.com/metaverse-job-fair-avatar-creepy-careers-2022-2?r=US&amp;amp;IR=T#-9"&gt;os primeiros exemplos de feiras de recrutamento&lt;/a&gt; mostram que há potencial, embora ainda haja trabalho a fazer.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Um processo de recrutamento que envolve outras tecnologias&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
O metaverso não é a única tecnologia que impactará a forma como recrutamos.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Quem se candidata poderá fazer o upload do seu CV numa blockchain. Como não há a opção de editar essas entradas retrospetivamente, podemos confirmar as credenciais de quem se candidata através de referências verificadas por outras empresas empregadoras ou por instituições de ensino, dando a certeza, a quem contrata, das habilitações e capacidades de trabalho dos contratados. Quanto a filtrar candidatos, os modelos de inteligência artificial têm a capacidade de o fazer melhor do que nunca.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Entrevistar remotamente é agora comum e, embora haja sempre lugar para entrevistas de emprego no mundo físico, o metaverso parece ser o próximo passo. O próprio ambiente presta-se naturalmente a elementos interativos como tarefas, ou apresentações, por exemplo. O escritório da Hays no metaverso inclui uma sala de reuniões, até com quadro branco e marcador. Também há a opção fazer uma tour pelo escritório, conhecendo potenciais colegas, sendo possível ter uma ideia mais clara do quotidiano da organização.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Podemos aplicar os mesmos princípios quando contratamos alguém. Para além das sessões de apresentação, será mais fácil gerir a aprendizagem interativa remotamente. Vale a pena desenvolver um espaço que recrie o ambiente do escritório, pois permitirá que todos se conheçam de forma orgânica ao acaso, algo que não se consegue em videochamadas. &lt;a href="https://www.hyundaimotorgroup.com/story/CONT0000000000001842"&gt;A Hyundai Mobis já explorou isto, usando o metaverso para apresentar e dar formação aos funcionários novos&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Onde podemos ver isto em breve?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Temos de reconhecer que nem todos estes cenários são comuns, mas os avanços tecnológicos que vemos têm vantagens genuínas. O metaverso traz, definitivamente, oportunidades à nossa força de trabalho global e é uma plataforma prática para contratar além-fronteiras. Infelizmente, alguns países ainda não estão preparados para esta situação e, prevendo o futuro, precisaremos de alterações à legislação para contratações além-fronteiras se quisermos alcançar todo o potencial de as empresas encontrarem mão de obra especializada em todo o mundo com esta tecnologia.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Já que o metaverso foi desenvolvido e promovido na esfera tech, esta será sempre a primeira indústria a adotá-lo, particularmente no mundo do entretenimento, onde tem uma importância massiva. Dependendo do quão conducente será para a produtividade, continuaremos a vê-lo estender-se a outras indústrias, como a construção ou até no retalho.&lt;br /&gt;
Cada vez mais programadores de software se vão especializar na construção do metaverso. No início, o desenvolvimento deverá concentrar-se na indústria de entretenimento, mas também terá um papel importantíssimo no futuro do mundo trabalho.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
A Hays Technology especializa-se em ajudar as empresas a atrair programadores que construam o metaverso. Para saber mais sobre como podemos ligar o teu talento com o mundo especializado da tecnologia, &lt;a href="https://m.hays.pt/it/all-offices?_ga=2.132157966.1699668539.1652090252-669822237.1649064240"&gt;contacte-nos aqui.&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;</summary>
    <dc:creator>Catarina Vilar</dc:creator>
    <dc:date>2022-05-09T17:02:00Z</dc:date>
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    <title>Como redigir um CV: 8 dicas para quem se quer candidatar à sua primeira posição em tech</title>
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      <name>Catarina Vilar</name>
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    <updated>2022-04-06T09:25:36Z</updated>
    <published>2022-04-06T09:17:00Z</published>
    <summary type="html">&lt;div&gt;Se te estás a candidatar ao teu primeiro emprego no mundo da tecnologia, pode ser difícil saber como redigir um CV que faça sobressair os teus pontos fortes. Contudo, não é por teres pouca experiência e poucas competências digitais comprovadas (ou até inexistentes) que deves deixar de te candidatares.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Há um gap no mercado de pessoas com competências digitais e isso significa que cada vez mais empresas aceitam candidatos sem experiência no setor. Aqui estão oito dicas para redigires o teu CV e para te ajudar a veres que és ideal para te candidatares a uma posição em tech.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;1) Dedica algum tempo a pensar no layout do teu CV&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
O teu CV tem de captar rapidamente a atenção de quem o lê, porque essa pessoa pode ter recebido dezenas, quiçá centenas, de candidaturas para uma só posição! Por isso é muito importante que o teu CV seja de leitura fácil, mostrando claramente que tens as competências-chave que a empresa procura. Divide o teu CV em secções bem definidas e explora a ideia de usares colunas e caixas de texto para separar as secções. Não vais querer que a página pareça muito «cheia» com texto muito juntinho ou com letra demasiado pequena que não se consiga ler.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;2) Adapta o teu CV de acordo com a posição a que te candidatas — especialmente em tech&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Nem todas as posições em tech são as mesmas, nem se procuram sempre as mesmas capacidades. Pode parecer óbvio, mas adapta sempre o teu CV à posição exata para a qual te estás a candidatar. Quem recruta pode não dar seguimento à tua candidatura se achar que é demasiado genérica, ou que foi escrita para outra empresa. Tenta perceber que competências (especialmente técnicas) estão à procura e incorpora-as no teu CV.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;3) Inclui uma pequena informação de perfil no início do teu CV&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Pode haver uma série de candidatos com as mesmas competências técnicas que tu tens e, se te estás a candidatar ao teu primeiro emprego em tech, há a hipótese de outras pessoas terem mais experiência do que tu. Ao incluíres um perfil, podes demonstrar por que razão és diferente, podes mostrar quem és e como tens mais-valias para oferecer.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;4) ...e, ainda melhor, uma carta de apresentação&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Pode fazer uma diferença enorme se te deres ao trabalho de escrever uma carta de apresentação especificamente direcionada à função e à empresa. Não só serve para demonstrares que te importas, mas também te permite pormenorizar os teus feitos e as competências que mais te interessam. Além disso, só por ser uma posição em tech não significa que as competências técnicas sejam as únicas que interessam, especialmente se fores iniciante no setor. Uma carta de apresentação bem escrita pode evidenciar as tuas soft skills, como competências de comunicação, que podem compensar a falta de experiência.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;5) Menciona atividades extracurriculares&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
A personalidade conta muito. Tens passatempos relacionados com tecnologia? Áreas de interesse especial? Não receies falar disso, especialmente se for relevante para a posição. Por exemplo, se tiveres feito parte de um clube de codificação, ou se tiveres criado uma app para ganhares dinheiro extra, diz! Estes pormenores são memoráveis e podem mesmo ajudar-te a sobressair para quem lê. Inclui estes elementos no teu perfil ou na tua carta de apresentação.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;6) Melhora as tuas competências e destaca-as&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Às vezes, quem recruta gosta de ver uma secção no CV que destaque os principais pontos fortes e competências pessoais. Isso pode ajudar imenso uma empresa a reconhecer «à primeira vista» a mais-valia que trazes. Pode ajudar-te também se incluíres soft skills que complementem competências técnicas que tenhas desenvolvido.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Se não tens muita experiência profissional em tecnologia, uma excelente forma de melhorar o teu CV é participares em pequenos cursos que te deem certificados. Há muitas plataformas online gratuitas com conteúdos de aulas reconhecidos e é uma forma de obter certificações.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;Tal como com a carta de apresentação, não há nada melhor do que te dedicares à aprendizagem para mostrares a tua motivação, por isso, vale a pena procurares e completares um curso que seja relevante à posição a que te candidatas.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;7) Destaca os resultados dos teus trabalhos anteriores&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Embora quem recrute queira compreender a tua experiência profissional (mesmo que não seja em tecnologia), evita escrever simplesmente descrições generalistas de posições anteriores. Em vez disso, destaca o que tu em particular fazias, que resultados obtiveste e o que aprendeste.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;8) Certifica-te de que o teu CV é claro para quem o lê&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Depois de redigires o teu CV pede a alguém para o ler. Podem identificar com exatidão o que estavas a fazer de relevante para o teu perfil numa data específica? Por exemplo, que trabalho fazias em junho de 2020? O teu C.V. deve responder a isso, sem que seja necessário qualquer esforço extra da parte de quem lê. Tudo deve ser claro ao leitor à primeira-vista — se não for, altera e simplifica.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;</summary>
    <dc:creator>Catarina Vilar</dc:creator>
    <dc:date>2022-04-06T09:17:00Z</dc:date>
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    <title>Quem lidera a tecnologia discute por que razão as organizações devem assegurar um futuro mais verde</title>
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      <name>Catarina Vilar</name>
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    <updated>2022-04-06T08:02:06Z</updated>
    <published>2022-04-06T07:46:00Z</published>
    <summary type="html">&lt;div&gt;Quando falamos sobre a crise climática, não estamos a falar de eventos que acontecerão daqui a vários anos — falamos sobre o presente. É responsabilidade das organizações garantirem um presente e um futuro mais verdes e, embora muitos líderes se preocupem com os desafios de tal transformação, há bastantes benefícios em agir.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Para explorar os possíveis resultados com mais pormenor, quem globalmente lidera as empresas de tecnologia partilhou as suas experiências e as suas histórias sobre trabalhar para um mundo mais verde.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Por que razão ser verde é agora essencial para as organizações&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
No Reino Unido, a &lt;a href="https://www.linkedin.com/company/network-2-supplies-ltd/"&gt;N2S &lt;/a&gt;trabalha para reciclar e reutilizar equipamento tecnológico com vista a reduzir o ónus sobre os recursos naturais da Terra. Nos últimos anos, o Executive Chairman da N2S, Andy Gomarsall MBE, verificou um aumento do interesse no trabalho da N2S, assim, acredita que a reputação das organizações sairão prejudicadas se não forem sérias em relação ao clima. Ele explica: «A origem dos materiais é, agora, o cerne de todas as discussões, e assim deve ser. Ninguém irá querer trabalhar com empresas que não sejam assim. Acho que o ponto que realmente importa é se a sua empresa não levar isto a sério, o preço das suas ações vai descer. Não vai conseguir encontrar quem trabalhe consigo e vai, simplesmente, deixar de existir.»&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Na &lt;a href="https://www.linkedin.com/company/modern-water-plc/"&gt;Modern Water&lt;/a&gt;, uma empresa de serviços e tecnologias de monitorização da poluição da água, Linian Li é a GM da região da Grande China. Li concorda com Gomarsall e acredita que não são só as opiniões do pessoal e dos parceiros que interessarão: «A alteração da imagem empresarial tornou-se um fator importante para abrir as vendas e os produtos amigos do ambiente são mais favorecidos pelos consumidores.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
A reciclagem de recursos também reduz bastante os custos de produção de uma empresa... No passado, as organizações acreditavam que investir em custos ambientais era um fator que afetava os lucros empresariais.»&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
A &lt;a href="https://www.linkedin.com/company/esus-mobility/"&gt;ESUS Mobility&lt;/a&gt; foi uma das start-ups reconhecida nas categorias CleanTech e Industry Challenge, na competição &lt;a href="https://www.haystechnology.com/blog/-/blogs/hays-technology-and-empact-ventures-partner-to-power-social-connect-for-good"&gt;Super Connect for Good&lt;/a&gt;, em 2021. Operando em Valência, Espanha, a empresa produz scooters elétricas, veículos para entregas, viagens Last-Mile, entre outros. Portanto, é vital promover estes produtos como a alternativa mais viável. William Venturim, CEO, sumariza o desafio: «Como vamos convencer estas empresas, que trabalham com veículos que, às vezes, têm 10-20 anos, a mudar para os nossos? De que agora há uma maneira melhor, mais ideal, com menos custos, que pode ser mais amiga do ambiente.»&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Para Venturim, a solução é simples: «Conseguindo-se provar que a sustentabilidade compensa em matéria de investimento, todos se tornarão mais amigos do ambiente!»&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
A &lt;a href="https://www.linkedin.com/company/ichoosr/"&gt;iChoosr&lt;/a&gt; começou há 14 anos nos Países Baixos e na Bélgica e, atualmente, opera no Reino Unido, nos Estados Unidos e no Japão. Organiza compras em grupos de tecnologias sustentáveis, como painéis solares, assegurando que centenas de milhar de pessoas podem aceder a equipamentos destes de forma fácil e mais barata.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Isto significa não estar apenas conectado com os consumidores de forma individual, mas também com as comunidades. Irsan Widarto, o CTO da empresa, explica: «No nosso caso, temos partes interessadas que são líderes de mercado, como por exemplo a Greater London Authority no Reino Unido ou a Homeowners Association nos Países Baixos. Eles são nossos parceiros, porque nós temos um historial de sustentabilidade. Não podemos só fingir que somos verdes, fazer «greenwashing», porque, se o fizéssemos, perderíamos a confiança das ONG e até dos governos. Isso seria um problema tão grande como o de perder clientes.»&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Greenwashing&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Falando com quem lidera a tecnologia, torna-se claro que se preocupam com o greenwashing. O termo refere-se a práticas enganosas que conduzam consumidores e parceiros a acreditar que uma empresa se dedica a ser amiga do ambiente.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Gomarsall também tem uma opinião forte sobre este tema: «Tenho sempre um sorriso amarelo quando vejo certas empresas a falarem e a publicitarem quão verdes são. É a sensibilidade do marketing, não é? Que nunca se deixe a verdade ser obstáculo de uma boa história!&lt;br /&gt;
No setor tech, há uma prática que chamo de "ser surdo, cego e mudo" — e isso é a felicidade da pura ignorância. É: "Não quero ouvir o que dizes, Andy, porque eu sei que é mau e não quero que me estragues tudo".»&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Estando a trabalhar na iChoosr há cinco anos, o conselho do Widarto é claro: «Não pratiquem greenwashing. Tornem claro que ainda não conseguiram ser verdes, "ainda não chegámos lá" — e pronto. Acho que isso é muito melhor do que não contar o que se passa ou contar algo que seja mentira.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Há muitas empresas que se debatem com esta questão, porque não têm ainda uma história boa para contar e, então, começam a inventar. Tenho dois filhos, de 22 e 19 anos — eles percebem logo tudo. Não acreditam naquilo. Eu posso cair no engodo, mas eles não. É a geração que mais vai sofrer com o que nós e os nossos antecessores fizermos. Às vezes fechamos os olhos à questão, mas a geração mais nova não faz isso.»&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Razão pela qual a sustentabilidade interessa aos colaboradores — e que benefícios traz&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Para Widarto, é óbvio que as organizações têm de promover as suas credenciais verdes na contratação de pessoas novas, particularmente a quem começa a trabalhar numa idade jovem. Ele explica: «Está a ocorrer uma mudança. Vejo-o especialmente nas gerações mais novas que acham que o trabalho tem de se enquadrar nas suas vidas e nos seus objetivos de vida. No meu caso, por exemplo, ao contratar um developer, posso dizer-lhes que trabalharão 40 horas por semana e que lhes pagarei bem — mas isso não é suficiente. Podem ter um trabalho desses em qualquer lado.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Muitas pessoas que trabalham para a iChoosr têm paixão pela sustentabilidade. Sabendo quão competitivo é o mercado de IT em toda a Europa, é-me difícil arranjar developers. O extra que nós oferecemos, quando somos bem-sucedidos, é o facto de estarmos a ajudar os consumidores a serem mais sustentáveis e que isso, em última análise, torna o mundo um sítio melhor.»&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Não se trata de mera especulação. Widarto salienta a relação da iChoosr com a University of Applied Sciences and Arts de Antuérpia, de onde estudantes o contactam regularmente, pedindo para fazerem estágios ou formações, por causa dos valores da empresa. Ele aceita sempre, pelo menos, duas pessoas daquela universidade por ano.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Gomarsall desenvolve este tema, fazendo um aviso às organizações que não priorizem a sustentabilidade: «A próxima geração está a crescer numa revolução verde. Nos programas curriculares, há um contexto de mudanças climáticas. São eles que, ao se sentarem à sua frente na sua organização, lhe vão perguntar sem rodeios: "Quais são os seus objetivos de sustentabilidade? Quais são os seus targets? Por que razão deverei juntar-me à sua empresa e o que está a fazer para salvar o nosso planeta?"&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Contratar uma força de trabalho tão entusiasta compensa. Li dá um exemplo da sua organização, em que uma pessoa que lá trabalha propôs uma parceria que beneficiava todos: «A Modern Water China tornou a sustentabilidade um dos indicadores na avaliação do pessoal para quando se dão ideias boas, que beneficiem o público, sobre atividades de proteção ambiental e os mais jovens estão mesmo a prestar atenção. Há poucos anos, Jie Li, o nosso application engineer, apresentou-nos a MyH2O, uma ONG chinesa, dedicada a melhorar a qualidade da água potável nas regiões rurais da China. Ele tinha sido voluntário nesta ONG quando era estudante universitário.»&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Enfrentar a crise climática&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Li avisa que as organizações não devem procurar soluções rápidas quando se trata da crise climática: «Líderes têm de ter uma visão com valores claramente identificáveis, incutindo com sucesso uma estratégia empresarial de práticas sustentáveis em todas as suas operações, para transformarem a organização e conduzi-la a um futuro sustentável.»&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
É também importante lembrar que ter paixão por algo não é diretamente proporcional ao conhecimento que se tem, mesmo quando se está motivado para assumir a responsabilidade. Como pode alguém que lidera obter conhecimento e, assim, encorajar a sua força de trabalho a fazer o mesmo?&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Gomarsall dá um insight com a sua própria história: «Temos tanta sorte com esta geração que pode simplesmente ir à Internet e aprender. Passo a maior parte do tempo no LinkedIn a passar informação, a educar e a partilhar algumas das histórias que me chocaram. Em primeiro lugar: aprendam e compreendam. Não significa que seja necessário ser perito, mas sim conhecer e compreender.»&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
É um pequeno passo, mas pode conduzir a um futuro muito melhor.&lt;br /&gt;
Leia o meu blog anterior sobre sustentabilidade em tech, com citações de alguns dos líderes acima, &lt;a href="https://www.hays.pt/it/blog/-/blogs/como-as-empresas-tecnologicas-estao-a-enfrentar-a-crise-climatica"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;</summary>
    <dc:creator>Catarina Vilar</dc:creator>
    <dc:date>2022-04-06T07:46:00Z</dc:date>
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    <title>Como as empresas tecnológicas estão a enfrentar a crise climática</title>
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    <updated>2022-03-02T12:35:52Z</updated>
    <published>2022-03-02T12:30:00Z</published>
    <summary type="html">&lt;p&gt;No que diz respeito à crise climática, existe um consenso de que estamos a ficar sem tempo para alterar o nosso rumo. Em termos de identificação de soluções, o setor informático será essencial se tivermos de reduzir e reparar os danos existentes, encontrando alternativas limpas ou adaptando os ativos técnicos para torná-los mais sustentáveis.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Com isto em mente, os líderes de organizações de tecnologias limpas e empresas empenhadas num mundo mais sustentável falaram com a Hays Technology sobre as suas histórias, desafios e objetivos.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Motivação e inovação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Em Espanha, a startup tecnológica &lt;u&gt;&lt;a href="https://www.linkedin.com/company/esus-mobility/"&gt;ESUS Mobility&lt;/a&gt;&lt;/u&gt; foi nomeada para o top 10 das categorias do CleanTech and Industry Challenge na competição &lt;u&gt;&lt;a href="https://www.haystechnology.com/blog/-/blogs/hays-technology-and-empact-ventures-partner-to-power-social-connect-for-good"&gt;Super Connect for Good 2021&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;. Esta história começou com a constatação de que, apesar de serem amigas do ambiente, as scooters elétricas não se adequavam às necessidades diárias. &lt;u&gt;&lt;a href="https://www.linkedin.com/in/william-venturim-48b4b6120/"&gt;William Venturim&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;, CEO, explica como os utilizadores de scooters elétricas em Valência viajavam com mercearias, encomendas e, por vezes, crianças – nada disso era seguro. A missão passou a ser fornecer veículos que satisfizessem as necessidades dos cidadãos modernos e que continuassem a funcionar com energia elétrica.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Um vencedor regional na mesma competição Super Connect for Good, a &lt;u&gt;&lt;a href="https://www.linkedin.com/company/electric-miles/"&gt;Electric Miles,&lt;/a&gt;&lt;/u&gt; sediada no Reino Unido, oferece soluções aos utilizadores de veículos elétricos (VE). Para o CEO e fundador, &lt;u&gt;&lt;a href="https://www.linkedin.com/in/arun-anand-a187038/"&gt;Arun Anand&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;, a adoção de VE é um método eficaz para reduzir as emissões de carbono; também pretende garantir a eficiência e que os condutores não desperdiçam energia ao utilizar este tipo de transporte. Num evento &lt;u&gt;&lt;a href="https://www.haystechnology.com/blog/-/blogs/success-stories-behind-tech-s-top-founders-electric-miles"&gt;Tech Founders ao vivo recente com a Hays Technology&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;, Anand afirmou: «90 % do tempo, os veículos ficam na entrada parados... numa semana ou duas, se não mexer no veículo, a bateria esgota-se.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;«Se ficar parado 90 % do tempo, pode tornar-se uma central elétrica móvel. Pode fazer muitas coisas inteligentes. Pode fornecer energia à sua habitação, à sua máquina de lavar roupa, louça - tudo enquanto está parado.»&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;u&gt;&lt;a href="https://uk.linkedin.com/in/andrewgomarsall"&gt;Andy Gomarsall&lt;/a&gt; MBE&lt;/u&gt;, antigo vencedor do Campeonato Mundial de Rugby pela Inglaterra em 2003, atualmente é Presidente Executivo da &lt;u&gt;&lt;a href="https://www.linkedin.com/company/network-2-supplies-ltd"&gt;N2S&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;, uma organização que recicla e reutiliza equipamento eletrónico no Reino Unido. O objetivo da empresa é reduzir e-waste prolongando a vida de hardware tecnológico, com o intuito de criar uma economia circular. Utiliza uma analogia desportiva quando discute a sua motivação para liderar o negócio: «Mudar o jogo e fazê-lo para melhorar as gerações futuras. Não estamos a deixar este lugar em condições, certo? É isso que me faz sair da cama de manhã.»&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Apesar de trabalhar na N2S durante há quase 12 anos, Gomarsall ainda encontra motivos para lutar por um mundo sustentável. Faz referência a um documentário recente sobre a vida em confinamento durante 2020: «É o filme mais notável que já vi e teve um grande impacto em mim. Na Índia, as pessoas iam para os telhados e, de repente, conseguiam ver os Himalaias porque o smog tinha desaparecido. Quando paramos e observamos o que a poluição fez ao nosso planeta temos este tipo de perceção.»&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Utilizar a tecnologia para reduzir as emissões de carbono e a poluição&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Graças a avanços tecnológicos, estão a ser feitos progressos para reduzir a poluição e as emissões perigosas como nunca. Porém, se esta tecnologia não for implementada corretamente, não vamos alcançar todo o potencial benefício.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Como podemos saber se estamos no rumo certo? Linian Li geriu o negócio da &lt;u&gt;&lt;a href="https://www.linkedin.com/company/modern-water-plc/"&gt;Modern Water&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;na Grande China durante mais de uma década, mas antes trabalhou e estudou no Canadá e na Europa. A Modern Water utiliza tecnologias de ponta, como inteligência artificial, para monitorizar a poluição em recursos hídricos. Li explica que existe maior procura pelo equipamento da empresa no mundo pós-pandemia, já que cada vez mais pessoas estão a acordar para a nossa realidade. Ao reconhecer que este é um problema global, a Modern Water tomou medidas para partilhar os seus conhecimentos e análises com o público para melhorar a qualidade do ambiente, especialmente em regiões em vias de desenvolvimento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Reduzir a nossa dependência de veículos a gás ajudaria, comentou Anand. Devido aos hábitos dos consumidores e aos fatores económicos, é provável que a propriedade de VE esteja próxima a nível global? Quando lhe perguntaram sobre a possibilidade da adoção no sul da Ásia afirmou: «O mercado indiano é muito interessante, claro. Existem 1,4 mil milhões de pessoas. Alguma vez teremos 100 % de adoção de VE? Não. Nem pensem nisso, é a estratégia errada.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;«Quem são os maiores poluidores da estrada em países como a Índia e a Indonésia? Temos autocarros e camiões - vamos eletrificá-los primeiro! Esqueçam o mercado de passageiros, é muito caro e não existem infraestruturas.»&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Este é um problema mundial. Gomarsall, que deu esta entrevista enquanto percorria Londres numa bicicleta parcialmente elétrica, revela: «Tenho amigos com asma que, por vezes, não podem vir a Londres porque é muito mau. Quando começamos a saber mais sobre poluição do ar, percebemos que sete milhões e meio de pessoas de todo o mundo morrem todos os anos apenas por causa da poluição do ar. Isso é inaceitável - é de loucos!»&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Aí, explica Gomarsall, é onde a N2S está a tentar ter um impacto positivo, mas não é fácil. «Temos um desafio no nosso mundo e no nosso ambiente, em que usamos combustíveis fósseis no front-end para obter energia e criar produtos e, no back-end, existe um equivalente de combustível fóssil. Existe poluição do ar prejudicial, poluição da água e uma grande procura dessas coisas. Os dois pontos são bastante negativos.»&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Encontrar uma força motriz&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;«A curto prezo, as empresas de grandes emissões enfrentam uma maior pressão», refere Li. O cenário para a procura real na China desta tecnologia de eficiência energética é o sucesso das indústrias da China.»&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Li também dá crédito aos organismos governamentais por conduzirem práticas de inovação e amigas do ambiente, «Como os organismos governamentais regulam a descarga de águas residuais das indústrias, cada vez mais empresas são obrigadas a adotar sistemas de tecnologia de concentração de salmoura como uma solução necessária para reduzir o seu impacto no ambiente.»&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Gomarsall acredita que a aquisição por parte do governo é crucial. Sobre o tema do crescimento do negócio da N2S revela: «Existe um lobby a nível governamental porque o Reino Unido é o maior exportador de REEE (Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos). Essa é a nossa razão de ser - o nosso objetivo é tornarmo-nos a empresa de reciclagem mais ecológica para empresas tecnológicas B2B, empresas importantes e para o governo.»&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A ESUS Mobility recebeu apoio da Câmara Municipal de Valência, tendo participado no programa acelerador Col·lab, o que lhes valeu um espaço de trabalho num edifício administrativo em Las Naves. Contudo, uma nova política também forçou a empresa a inovar - de uma forma totalmente imprevista. Venturim recorda: «A ideia da scooter familiar surgiu em primeiro lugar, mas, depois, a meio do nosso projeto, houve uma alteração nas leis aqui em Espanha que indicava que este tipo de veículo elétrico leve só podia ser utilizado por uma pessoa! Estávamos numa situação em que tínhamos um veículo com capacidade para duas pessoas, mas que só podia transportar uma. Tivemos a ideia de um veículo base com diferentes módulos de carga. Pode entregar encomendas, transportar equipamento para limpar as ruas, as suas ferramentas de trabalho, mercearias ou bagagem.»&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Apesar de inadvertidamente, já não tinham um veículo apenas para uso pessoal, mas encontraram um novo mercado alvo de trabalhadores municipais, comerciantes e estafetas que poderiam utilizar transporte a gás.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O que se segue?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A tecnologia oferece soluções para criar uma cultura sustentável e amiga do ambiente e existe adoção. Li indica que a Modern Water aumentou a sua capacidade de produção para responder à procura crescente. Partilha que outro projeto da empresa passa por «criar instrumentos otimizados, mais pequenos e mais económicos que recolhem dados de forma eficaz para serem processados por modelos de inteligência artificial para fornecer resultados mais detalhados e mais rápido.»&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para uma startup como a ESUS Mobility, o futuro resume-se a desenvolver o seu produto para se adequar às necessidades do cliente e certificar-se de que a adoção é tão vasta quanto possível. Venturim e CMO, &lt;u&gt;&lt;a href="https://www.linkedin.com/in/fran-soriano-716abb1a9/"&gt;Fran Soriano&lt;/a&gt;&lt;/u&gt;, referem que estão a desenvolver tecnologia que permitirá que os veículos circulem em zonas para pedestres em segurança. Isto pode parecer rebuscado, mas, como Venturim salienta: «É um pouco difícil dizer o que é realista porque, por vezes, vemos coisas nas notícias que parecem ficção científica!»&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para Gomarsall e a N2S, o próximo passo é claro: «No setor em que me encontro, sempre referi que precisávamos de alcançar uma economia circular.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;«Existem 62 metais num telefone - até essa tecnologia ser de material 100 % reciclado ou, pelo menos, estarmos a chegar a esse ponto, e até termos provas de toda a cadeia de abastecimento de todos os componentes dessa tecnologia, eu não pararei.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;«Todos temos uma tarefa a cumprir - não interessa se é pequeno ou grande.»&lt;/p&gt;</summary>
    <dc:creator>Catarina Vilar</dc:creator>
    <dc:date>2022-03-02T12:30:00Z</dc:date>
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    <title>Perguntas para fazeres ao teu entrevistador nesta nova era do mercado de trabalho</title>
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    <updated>2022-03-02T12:21:12Z</updated>
    <published>2022-03-02T12:13:00Z</published>
    <summary type="html">&lt;div&gt;No mundo atual, uma entrevista de trabalho não tem só a ver com impressionar o teu potencial empregador. No setor tecnológico, onde há uma grande escassez de competências e onde os candidatos têm muitas opções disponíveis, as organizações têm de provar que podem oferecer melhores oportunidades do que os seus concorrentes. Como tal, uma futura entrevista de emprego permite-te decidir se esta é a função certa para ti. Garantir que tens as perguntas certas para o teu entrevistador irá ajudar-te a tomar essa decisão, por isso, é importante que estejas preparado.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Fazer perguntas vai ajudar-te a criar uma relação com o entrevistador e é particularmente útil numa entrevista de trabalho remota, quando não tens a oportunidade de estabelecer contacto visual e onde quaisquer desfasamentos temporais podem afetar a conversa. Se os problemas de conectividade provocarem lentidão, é boa ideia fazeres uma pequena pausa após o entrevistador falar para teres a certeza de que não estás a falar ao mesmo tempo que ele.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quais são as perguntas que deves fazer ao teu entrevistador nesta nova era do mercado de trabalho?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Tendo em conta a transformação pelas quais muitas empresas terão passado nos últimos anos, é importante perceber quais são as prioridades destas e de que forma a tecnologia se encaixa nisso. Se vais trabalhar de forma remota em full-time ou num modelo híbrido, esta é a tua oportunidade de descobrir o que o teu entrevistador espera da tua experiência e se é a cultura certa para ti.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Eis algumas perguntas que podes fazer ao entrevistador:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;«Qual é o propósito da organização? Como é que esta função contribui para atingi-lo?»&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Se achares que o propósito de uma organização não está de acordo com os teus valores pessoais, isso vai ter um impacto negativo na tua experiência enquanto colaborador. Também podes ficar menos motivado, o que terá um efeito dominó na candidatura ao teu próximo cargo. Certifica-te de que a organização faz (ou está a tentar fazer) algo de que gostas e que compreendes qual é o teu papel nisso.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;«Quais são as vossas prioridades estratégicas? Estas mudaram nos últimos anos? De que forma é que a minha função se encaixa?»&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
As organizações tiveram de se adaptar a este novo mundo e é provável que a tecnologia desempenhe um papel importante. Quer te estejas a candidatar a uma empresa na vanguarda da tecnologia ou outra que necessita de uma transformação digital rápida, é importante saber quais são as prioridades estratégicas. Isto não só irá permitir-te saber se a organização tem uma posição forte, mas também onde estão na sua jornada e se fazes parte de um plano a longo prazo ou de uma solução rápida.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;«Qual é a vossa abordagem à formação e desenvolvimento pessoal?»&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Garantir que és ágil e estás preparado para futuras funções é importante em qualquer domínio, mas é especialmente importante no setor tecnológico. Deves certificar-te de que esta organização vai promover a tua formação e dar-te oportunidades de requalificação – isto pode assumir a forma de formação no trabalho, seminários ou módulos de formação. Descobre se estão empenhados no teu desenvolvimento pessoal e o que podes aprender com esta função para te ajudar no futuro.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;«Como gerem as equipas híbridas?»&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Se tu ou algum dos teus colegas trabalharem remotamente, nem que seja em part-time, pode ser útil saber como o teu responsável irá gerir uma equipa híbrida. É provável que tenham experiência em gerir (ou em fazer parte de) uma equipa remota, por isso, podes descobrir o que aprenderam e qual é a sua abordagem à comunicação, responsabilidades e inclusão.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;«Como é que a cultura da empresa é partilhada com equipas remotas/híbridas?»&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Tal como é importante perceber a missão de uma organização ao decidir se queres trabalhar lá ou não, tens de saber se te adaptas à cultura – e se esta é a certa para ti. Podes ter uma noção disto com base no site da empresa, mas isso não vai dizer como vai ser a tua vida se trabalhares remotamente. Pergunta ao teu entrevistador como a cultura continuará viva quando não estiveres em regime presencial.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;«Que apoio posso esperar receber ao trabalhar remotamente ou a partir de casa?»&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Terás de saber quais os aspetos da função que terás de realizar presencialmente e a quais podes aceder remotamente. Contudo, isto não tem só a ver com hardware ou software. Tem a ver como te vais integrar na empresa e como vais receber qualquer onboarding necessário. Se for o teu primeiro trabalho no setor tecnológico, como é que vais adaptar-te? É aqui que a pergunta anterior sobre a cultura vai ajudar. Haverá oportunidades para socializares com os teus novos colegas? Haverá telefonemas ou reuniões regulares para evitar a sensação de isolamento?&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;/div&gt;</summary>
    <dc:creator>Catarina Vilar</dc:creator>
    <dc:date>2022-03-02T12:13:00Z</dc:date>
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  <entry>
    <title>Quais são as principais competências que um Data Scientist deve ter?</title>
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      <name>Catarina Vilar</name>
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    <updated>2022-02-04T11:11:40Z</updated>
    <published>2022-02-04T11:02:00Z</published>
    <summary type="html">&lt;div&gt;Os candidatos que trabalham em data science são muito procurados atualmente e continuarão a sê-lo num futuro próximo. O que a função requer e quais são as principais competências envolvidas?&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;O que faz um data scientist?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
A principal função de um data scientist é gerir uma grande quantidade de dados não estruturados, sendo esta a principal característica que o diferencia de um data analyst. Estes dados são provenientes de várias fontes e um data scientist terá de produzir soluções que façam sentido para a empresa. Faz isto utilizando algoritmos, inteligência artificial e aprendizagem automática, entre outros métodos.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Tal como James Milligan abordou no seu blog &lt;a href="https://www.haystechnology.com/blog/-/blogs/the-most-in-demand-tech-jobs-for-2022"&gt;sobre os trabalhos tecnológicos mais procurados de 2022&lt;/a&gt;, as organizações procuram pessoas que entrem, extraiam dados e, depois, forneçam insights, para que a empresa possa agir.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quais são as principais competências que um data scientist pode ter?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
As competências mais úteis que um data scientist pode ter vai sempre depender muito da função, mas podemos dividi-las em três pilares principais:&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Analítica &lt;/strong&gt;– uma compreensão sólida de matemática é obrigatória, enquanto um curso ou PHD em informática, estatística ou engenharia é bastante privilegiado. Os data scientists utilizarão ferramentas analíticas, por isso o domínio destas será útil. Os exemplos incluem SAS, Hadoop, Hive, Apache Zeppelin, Jupyter Notebooks e Pig, entre outras.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Técnica &lt;/strong&gt;– a capacidade de usar as ferramentas analíticas supramencionadas será importante. Para além disto, um candidato ideal será fluente (ou, pelo menos, proficiente), em linguagens de programação, como Python, R, SQL, Perl (5) e C/C++. É também aqui que a compreensão da inteligência artificial e da aprendizagem automática será importante durante o processamento de dados.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Comercial &lt;/strong&gt;– este pilar é mais distinto e, apesar de existir alguma sobreposição, exige um conjunto diferente de competências. Um conhecimento prático da indústria é valioso, bem como perceber as formas como os dados e insights serão usados. Apesar de não serem menos importantes nos dois primeiros pilares, as soft skills são de extrema importância aqui - os candidatos terão uma maior perspicácia empresarial e capacidade para comunicar.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Quais as competências mais úteis para alguém que se está a iniciar na data science?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Como referido anteriormente, ter um curso de matemática ou estatística é bastante vantajoso, apesar de um curso superior num campo relacionado não ser nada mau. Para além disto, recomendo alguma experiência em analítica ou dissertações científicas, principalmente se for necessário trabalhar com dados não estruturados.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Os empregadores procurarão candidatos com capacidade para codificar, por isso, aprender a escrever qualquer uma das linguagens indicadas acima seria um bom ponto de partida. O empregador pode querer algumas provas disto, o que significa que os candidatos devem estar preparados para as apresentar.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Além disto, existem algumas soft skills que os futuros data scientists terão dominado numa função anterior ou até durante a sua formação. Destaco o pensamento crítico, a resolução de problemas complexos, a análise do risco e o trabalho em equipa.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Como evoluiu a função do data scientist nos últimos anos?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Só apenas há alguns anos é que vemos as empresas a contratar um data scientist sem qualquer estratégia real sobre como o implementar. Como a indústria tecnológica se desenvolveu muito, atualmente vemos que as organizações estão melhor informadas e preparadas relativamente à sua estratégia de dados. Por esse motivo, têm uma ideia mais clara sobre a função que um data scientist deverá desempenhar.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
É claro que, com isso veio uma melhoria na tecnologia disponível para estas organizações. &amp;nbsp;A maioria das plataformas trabalha de uma determinada forma, mas um bom data scientist conseguirá adaptar-se aos avanços - a mudança é essencial para a função.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;a href="https://www.hays.pt/it/emprego"&gt;As vagas mais recentes em IT.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Autor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Mark Standen,Director, Enterprise Technology Intelligent Automation na Hays, Reino Unido e Irlanda.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mark é Diretor do Gabinete de Automação Inteligente da Hays Technology. Mark tem 20 anos de experiência no recrutamento de perfis tecnológicos e seis destes foram passados a impulsionar serviços e soluções de Automação Inteligente numa perspetiva de consultoria e talentos.&lt;/p&gt;</summary>
    <dc:creator>Catarina Vilar</dc:creator>
    <dc:date>2022-02-04T11:02:00Z</dc:date>
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    <title>Ensino remoto, formação transversal e o suporte da empresa: como colmatar o gap de competências digitais</title>
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      <name>Catarina Vilar</name>
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    <updated>2022-02-03T11:22:45Z</updated>
    <published>2022-02-03T11:03:00Z</published>
    <summary type="html">&lt;div&gt;
&lt;div&gt;Atualmente testemunhamos um aumento sem precedentes na função que a tecnologia desempenha, não só no mundo do trabalho, mas também nas nossas vidas. Por este motivo, estão a ser criadas cada vez mais profissões que exigem competências digitais. Contudo, o número de candidatos com o perfil adequado para preencher estas funções é bastante reduzido.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="https://www.linkedin.com/in/johnperks/"&gt;John Perks&lt;/a&gt;, Global Principal Architect do Programa NextGen Professionals na ServiceNow, e &lt;a href="https://www.linkedin.com/in/simon-maskrey-51168b/"&gt;Simon Maskrey&lt;/a&gt;, Senior Global Partner Manager na Salesforce for Trailhead, discutem como as suas organizações lidam com esta questão e refletem sobre o motivo pelo qual as empresas beneficiarão se ajudarem a fechar o gap das competências digitais.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Porque é que está a chegar às pessoas e como?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Relativamente à necessidade de competências digitais neste novo mundo do trabalho, Maskrey destaca um relatório do &lt;a href="https://www.weforum.org/agenda/2020/10/top-10-work-skills-of-tomorrow-how-long-it-takes-to-learn-them/"&gt;Fórum Económico Mundial&lt;/a&gt;, em que descobriram que 50 % de todos os colaboradores terão de aprender novas competências até 2025 para acompanharem as mudanças da tecnologia. Da mesma forma, também refere &lt;a href="https://www.salesforce.com/content/dam/web/en_us/www/documents/reports/idc-salesforce-economy-report.pdf"&gt;um relatório recente solicitado pela Salesforce&lt;/a&gt; à International Data Corporation, onde identificaram que, até, 2026 existirão 9,3 milhões de empregos novos que exigirão competências da Salesforce.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Quem pode assumir estas funções? Através do seu programa NextGen, Perks explica como a ServiceNow está a observar o que alguns podem considerar fontes alternativas de talento: «Reconhecemos que as pessoas que pretendemos começar a contratar agora não têm LinkedIn e não são visíveis para as agências de talentos existentes». Destaca organizações sem fins lucrativos como tendo fornecido excelentes candidatos.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Não existe uma forma certa de abordar isto, mas Perks e Maskrey veem o benefício de conteúdo online prontamente disponível. O primeiro salienta que, na ServiceNow, «a formação é um pouco tradicional porque ainda utilizamos uma sala de aula virtual, mas também frequentámos aulas online para criar uma experiência on-demand, com uma combinação de vídeos, simuladores e a clássica escrita no quadro.»&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Maskrey comenta como a pandemia forçou uma mudança de atitude nos métodos de ensino. «Fora dos EUA havia um enorme grau de resistência ao ensino remoto e às salas de aula virtuais até há cerca de dois anos... Até então, muitas pessoa achavam que era impossível aprender online e que, para o melhor ensino, era preciso estarmos numa sala com pessoas. Acho que a realidade é que isso não é verdade.»&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Devido à ausência de acesso às salas de aula, bem como às restrições de viagens, o ensino remoto ganhou destaque. Maskrey continua: «Tornou-o mais acessível, flexível e justificável e surgiram muitos pontos positivos.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
«A nossa abordagem a isso é fornecer acesso ao ensino, independentemente da localização, situação financeira, etc. O Trailhead foi lançado para ser gratuito, flexível e para fornecer uma solução para as pessoas aprenderem e crescerem ao seu ritmo... o ensino é dado em blocos pequenos, por isso, se quiser saber como concluir uma determinada tarefa ou ação, pode aprender como fazê-lo de forma simples.»&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Como podemos fechar o gap das competências digitais?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
«A única forma de fechar o gap das competências digitais é ensinar competências digitais às pessoas!», acredita Perks. Todavia, reconhece que um dos maiores obstáculos a ultrapassar não é encontrar pessoas que consigam aprender, mas sim que consigam ensinar. «Um dos problemas é que todas as pessoas que são boas na formação de competências digitais já estão extremamente ocupadas a exercer as suas competências digitais. Temos de aceitar que temos de formar esses professores - temos de os envolver, desenvolver os cursos que vão lecionar e dar-lhes a oportunidade de os ensinar.»&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Maskrey desenvolve a ideia do ensino e da formação, mas, mais uma vez, através de recursos online e não de cursos, que são menos flexíveis. Elogia a «abordagem dupla de realmente fornecer informações e ensinar o que fazer, mas depois faz-se isso num ambiente seguro, onde não se destrói todo o sistema da sua empresa!»&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Para além disso, destaca a importância de «ajudar os colaboradores a compreender que têm de ter uma estratégia e que terão de tentar garantir que estão a investir no crescimento e desenvolvimento das suas equipas.»&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Ter as empresas por trás da aprendizagem do colaborador&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Uma coisa é dizer que as organizações têm o potencial para colmatar o gap das competências, outra é persuadi-las a fazê-lo. O que pode ser feito para convencer essas empresas que estão relutantes em oferecer oportunidades de formação às suas equipas?&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Maskrey explica, «Uma empresa tem de perceber que, quando investe no desenvolvimento, sim, existe um custo financeiro, mas está a investir nessa pessoa e no seu cargo na empresa. É um desperdício desse investimento se perder essa pessoa por não conseguir que ela se desenvolva ou cresça... no fim de contas, se vamos investir milhões em tecnologia, mas não temos as pessoas e a estratégia de aprendizagem com ela, iremos desperdiçar esse investimento.»&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Perks lamenta que as empresas demorem a perceber isto. Sugere uma solução, que 20 % do tempo de um colaborador seja dedicado à aprendizagem e oferece um exemplo interessante de como esta abordagem beneficia a empresa: «Se tivermos um consultor e o treinarmos para ser um consultor sénior, podemos faturar mais pelos seus serviços! Faturá-los a 100 % não renderá tanto como faturar a 80 %, dando-lhes tempo de formação e depois faturar 80 % a uma taxa mais alta!»&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Além disso, continua Perks, aumenta a probabilidade de reter talento de topo: «Quando já temos colaboradores na empresa, dizemos muito sobre a sua lealdade, mas temos de lhes dar algo para ganhar essa lealdade. Melhorar as suas oportunidades, perspetivas e valor para nós é uma forma de fazer isso.» Maskrey concorda, citando um &lt;a href="https://learning.linkedin.com/content/dam/me/business/en-us/amp/learning-solutions/images/workplace-learning-report-2019/pdf/workplace-learning-report-2019.pdf"&gt;relatório sobre o local de trabalho do LinkedIn que revelou que 94 % das pessoas ficariam na sua empresa se esta investisse no seu desenvolvimento pessoal.&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Além da requalificação, Perks também analisa como as empresas podem colher os frutos de uma formação transversal, adicionando um leque diversificado de visões e experiências à sua equipa de trabalho. «Se pegarmos em alguém da indústria dos serviços e a colocarmos na indústria informática, esta terá uma visão completamente diferente do mundo, o que acrescenta imenso valor. A formação transversal, bem como a requalificação, têm sempre um grande valor.»&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Qual é a melhor altura para a requalificação?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
No que diz respeito à altura da requalificação, Maskrey e Perks são unânimes no seu veredito.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
«Qualquer altura entre os 16 e os 66 anos!», afirma Perks, «Não há uma altura errada para a qualificação. Enquanto pessoa mais velha, aprendo coisas novas todos os dias - há sempre uma oportunidade.»&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Maskrey confirma: «Deve ser uma atividade contínua. Nunca vamos chegar a uma altura em que não existem mais oportunidades de aprendizagem.»&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</summary>
    <dc:creator>Catarina Vilar</dc:creator>
    <dc:date>2022-02-03T11:03:00Z</dc:date>
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    <title>Os empregos tecnológicos da década</title>
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    <author>
      <name>Cristian Avanzini</name>
    </author>
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    <updated>2021-09-03T13:29:13Z</updated>
    <published>2021-09-03T12:49:00Z</published>
    <summary type="html">&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Vivemos anos sem precedentes para a tecnologia. A disrupção causada pela COVID-19 forçou rapidamente as organizações a redefinir as prioridades dos objetivos e das estratégias tecnológicas de um dia para o outro, para conseguirem operar neste novo ambiente remoto.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;No entanto, não foi apenas a forma e o local de trabalho que mudaram drasticamente. Em apenas alguns meses, também houve enormes mudanças na forma como os clientes procuram e compram produtos e serviços, bem como nas atitudes dos mesmos em relação às marcas. Esta mudança no comportamento dos consumidores obrigou as empresas a repensar completamente todas as respetivas ofertas e abordagens, o que, por sua vez, as levou a usar a tecnologia, os dados e as análises de formas novas e alargadas.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;Devido a estas mudanças drásticas, agora as organizações, os colaboradores e os consumidores dependem ainda mais da tecnologia para se adaptarem e prosperarem neste novo mundo.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;h2&gt;Seis dos setores e empregos mais procurados em 2021 e nos próximos anos&lt;/h2&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;h2&gt;1. Cibersegurança&lt;/h2&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;Não há dúvida de que a cibersegurança é atualmente prioridade máxima dos CEO e líderes empresariais, especialmente porque se prevê que o custo anual do cibercrime venha a atingir os &lt;a href="https://cybersecurityventures.com/top-5-cybersecurity-facts-figures-predictions-and-statistics-for-2019-to-2021/"&gt;6 biliões de dólares&lt;/a&gt; em 2021. Este aumento do cibercrime está a causar um forte incremento dos gastos com a cibersegurança, à medida que as empresas procuram proteger-se contratando profissionais especializados nesta área.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;Além disso, a nossa nova forma combinada de trabalhar trouxe muitos problemas de segurança, nomeadamente, problemas relacionados com o comportamento dos utilizadores, problemas técnicos de pessoas que usam dispositivos pessoais para trabalhar a partir de casa, e até mesmo problemas de pessoas que usam dispositivos da empresa enquanto lutam contra um volume de utilizadores sem precedentes.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;Vai ser um desafio preencher todas as novas vagas, pois estima-se que serão necessários &lt;a href="https://www.wsj.com/articles/companies-urged-to-adjust-hiring-requirements-for-cyber-jobs-11606732200"&gt;3,1 milhões de profissionais&lt;/a&gt; nos próximos 12 meses para colmatar a lacuna global de talento de cibersegurança. Portanto, a cibersegurança será responsável por muitos dos empregos de mais rápido crescimento para profissionais da tecnologia em 2021, incluindo &lt;strong&gt;Operações de Segurança, Governação, Risco e Conformidade, Gestão de Identidade e Acesso Privilegiado e Segurança e Arquitetura na Cloud&lt;/strong&gt;. À medida que as equipas se expandem, outros trabalhos procurados incluirão funções de liderança, tais como&lt;strong&gt; Diretor&lt;/strong&gt; ou &lt;strong&gt;Gestor de Segurança da Informação.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;h2&gt;2. Soluções na Cloud&lt;/h2&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;As organizações de todos os setores têm migrado amplamente para as soluções na Cloud para permitir o trabalho híbrido – a &lt;a href="https://www.computerweekly.com/news/252484865/Coronavirus-Enterprise-cloud-adoption-accelerates-in-face-of-Covid-19-says-research"&gt;Computer Weekly&lt;/a&gt; indica que 82 % dos líderes globais de IT aumentaram a utilização da Cloud na sequência da crise da COVID-19.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;No entanto, as circunstâncias no início da pandemia levaram as migrações iniciais a decorrer tipicamente de forma muito rápida, a fim de pôr todos os colaboradores online tão cedo quanto possível. Por este motivo, as organizações precisam agora de reservar tempo para garantir que estes sistemas são robustos e tão otimizados quanto deverão ser.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;Assim, podemos esperar que os melhores empregos tecnológicos de 2021 sejam &lt;strong&gt;Engenheiro da Cloud&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Arquiteto da Cloud&lt;/strong&gt;. O &lt;a href="https://aws.amazon.com/"&gt;Amazon Web Services (AWS)&lt;/a&gt; e o &lt;a href="https://azure.microsoft.com/en-gb/"&gt;Microsoft Azure&lt;/a&gt; são as duas principais competências nesta área, sendo usadas por cerca de 80 % do mercado. Prevejo que a procura nesta área será intensa e que a oferta seja limitada, pelo que é certamente uma excelente área para se trabalhar.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;h2&gt;3. Ciência dos dados&lt;/h2&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;A ciência dos dados consiste em analisar e interpretar dados complexos, ajudando assim as organizações a tomar decisões melhores, mais informadas e mais oportunas. Para tal, os &lt;strong&gt;Cientistas de Dados&lt;/strong&gt; fazem uso de competências e conhecimentos, tais como uma grande compreensão dos algoritmos de aprendizagem automática, a criação de modelos de dados e a capacidade para apontar problemas do negócio e sugerir soluções adequadas.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;Assim, qual é um exemplo do «mundo real» da ciência dos dados que prove o valor que tem para as organizações? Bem, de certeza que sabe que, uma vez que a pandemia forçou muitos ginásios em todo o mundo a fechar, houve um enorme aumento na &lt;a href="https://www.cnbc.com/2020/11/20/samsung-wearable-device-sales-are-up-more-than-30percent-this-year.html"&gt;compra de dispositivos inteligentes &lt;/a&gt;para acompanhar a saúde ao fazer exercício em casa. Mudanças como esta – mudanças no modo como vivemos a nossa vida quotidiana – levaram muitos de nós a depender mais dos nossos dispositivos, levando as organizações a ter acesso a ainda mais dados. Além disso, a existência de mais dados requer mais pessoas para os analisar.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;Portanto, os &lt;strong&gt;Analistas de Dados&lt;/strong&gt; e os &lt;strong&gt;Cientistas de Dados&lt;/strong&gt; estarão no topo da lista dos melhores empregos tecnológicos durante os próximos 12 meses. Na verdade, o &lt;a href="https://www.weforum.org/reports/the-future-of-jobs-report-2020"&gt;Relatório de 2020 sobre o Futuro do Emprego do Fórum Económico Mundial&lt;/a&gt; indicou Analista de Dados e Cientista de Dados como os principais empregos cuja procura está a aumentar em todos os setores, e não apenas no setor do fitness. A título de exemplo, a &lt;a href="https://www.siliconrepublic.com/jobs/letsgetchecked-dublin-jobs-engineers-developers-lab-technicians"&gt;empresa de tecnologia da saúde LetsGetChecked&lt;/a&gt; recentemente anunciou um grande número de vagas de ciência dos dados, após um ano de crescimento sem precedentes.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;Esperemos que o mesmo aconteça no setor da tecnologia educacional e no da tecnologia médica, já que os dados e modelos antigos deixam de refletir o nosso novo mundo, &lt;a href="https://www.med-technews.com/features/how-to-build-data-models-in-this-unpredictable-covid-19-worl/"&gt;criando a necessidade de desenvolver e interpretar novos dados&lt;/a&gt;. No fim de contas, um elemento central de qualquer plataforma é o conhecimento que pode fornecer e as organizações precisam de profissionais de dados para isso.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;h2&gt;4. DevOps&lt;/h2&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&lt;a href="https://aws.amazon.com/devops/what-is-devops/"&gt;Nas palavras da AWS,&lt;/a&gt; «DevOps é a combinação de filosofias, práticas e ferramentas culturais que aumentam a capacidade de uma organização de fornecer aplicações e serviços a alta velocidade». Uma característica fundamental de um modelo DevOps é que as equipas de desenvolvimento e operações já não são isoladas, juntando-se mesmo, por vezes, formando uma única equipa.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;Na prática, normalmente encontram-se &lt;strong&gt;Engenheiros de DevOps&lt;/strong&gt; a trabalhar com a produção de &lt;em&gt;software&lt;/em&gt;, mantendo-se atentos às versões de código para procurar áreas de ineficiência no &lt;em&gt;software&lt;/em&gt;. Estas funções podem incluir não só o controlo e a resolução de problemas de &lt;em&gt;software&lt;/em&gt;, mas também a edição ou reconfiguração do mesmo, se necessário.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;A importância do DevOps certamente não vai mudar em 2021. Atualmente, em contraste com o que sucedia apenas há alguns anos, há muito mais organizações que têm uma equipa de DevOps, por isso continuará a haver procura por empregos neste campo, tais como &lt;a href="https://www.bmc.com/blogs/devops-titles-roles-responsibilities/"&gt;&lt;strong&gt;Engenheiros de Plataforma, de Build e de Fiabilidade&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;. Efetivamente, tem havido um &lt;a href="https://dzone.com/articles/why-should-i-learn-devops"&gt;crescimento de 40 a 45 %&lt;/a&gt; no mercado nos últimos cinco anos e a DevOps Zone prevê que suba ainda mais.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;h2&gt;5. Desenvolvimento de software&lt;/h2&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;Para uma transição e uma adaptação bem-sucedidas a mercados em mudança radical, as organizações precisam de programadores para criar novos produtos, ferramentas e serviços. Tal inclui não só &lt;strong&gt;Programadores de Back End&lt;/strong&gt;, que constroem a tecnologia mais pesada, mas também &lt;strong&gt;Programadores de Front End&lt;/strong&gt;, incluindo UX (experiência do utilizador), que garantem que o produto é fácil de usar e navegar, numa perspetiva de design e configuração.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;Os programadores que trabalham para organizações tecnológicas que fornecem produtos, serviços ou ferramentas essenciais de que os consumidores sempre necessitarão neste novo mundo terão uma procura especialmente alta. Vejamos, por exemplo, a empresa de videoconferências Zoom, que&lt;a href="https://www.theguardian.com/technology/2020/jun/03/zoom-booms-as-teleconferencing-company-profits-from-coronavirus-crisis"&gt; prosperou &lt;/a&gt;durante a pandemia, beneficiando de um enorme aumento dos lucros e duplicando a previsão de vendas.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;No entanto, os programadores de software não são essenciais apenas para as empresas de tecnologia operarem e prosperarem. Todas as empresas de todos os setores dependem da tecnologia – a empresa de táxis Uber, por exemplo, depende da tecnologia para os motoristas conseguirem localizar os clientes. No mundo de hoje, é a tecnologia que alimenta as organizações; por este motivo, os programadores de software serão sempre muito procurados. É importante notar, também, que estas funções de desenvolvimento de software também serão absolutamente fundamentais para permitir que as organizações inovem para resolver os muitos novos problemas que surgiram na sequência da pandemia.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;h2&gt;6. Gestão da mudança&lt;/h2&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;Muitas das tecnologias, competências e empregos que mencionei até agora são pontos centrais mais recentes para as empresas, sendo tendências que têm sido aceleradas pela pandemia. Portanto, será fundamental para as empresas gerir com sucesso toda esta mudança se quiserem prosperar em 2021.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;Muitas empresas estão neste percurso de gestão da mudança, seja construindo as próprias soluções, comprando-as, ou uma mistura das duas. Desta forma, serão essenciais as pessoas que têm uma metodologia ágil.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;Os &lt;strong&gt;Facilitadores de Mudança&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;Gestores da Mudança&lt;/strong&gt; são quem torna tudo isto possível, pois são quem está a transferir tudo do analógico para o digital neste momento. Ou, em alguns casos, estão a trabalhar com terceiros para levar os respetivos produtos e serviços para as organizações.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;h2&gt;À medida que o mundo muda, mudam também os empregos de mais rápido crescimento na tecnologia&lt;/h2&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;De maneira geral, é evidente que, durante este último ano, assistimos a uma enorme mudança na dinâmica, não só do mundo da tecnologia, mas do mundo de trabalho como um todo. Para as organizações prosperarem na nova era de trabalho, é essencial estarem equipadas em todas as seis áreas que abordei.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;É igualmente evidente que esta mudança continuará em 2021 e nos próximos anos. Tanto os empregadores como os candidatos têm de estar preparados. As competências e os empregos que se tornaram essenciais este ano vieram para ficar e, nos próximos meses e anos, a procura vai acelerar.&lt;/div&gt;</summary>
    <dc:creator>Cristian Avanzini</dc:creator>
    <dc:date>2021-09-03T12:49:00Z</dc:date>
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    <title>Programação - a nova linguagem universal</title>
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    <author>
      <name>Cristian Avanzini</name>
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    <updated>2021-09-03T12:48:31Z</updated>
    <published>2021-09-03T12:35:00Z</published>
    <summary type="html">&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Desde os primórdios da história que os humanos criam línguas para comunicarem melhor. Dos hieróglifos dos egípcios ao latim clássico da Roma antiga, as línguas evoluíram e cresceram até se tornarem as línguas reconhecíveis que conhecemos hoje. Avançando para o século XXI, a língua que se está a tornar cada vez mais popular é a dos zeros e uns, dos parênteses e asteriscos, dos «e» comerciais e dos pontos de exclamação. Que língua é esta? Programação.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;h2&gt;Estás a usar programação neste preciso momento.&lt;/h2&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;Estás a ler isto num telemóvel, num tablet ou num computador? Iniciaste sessão num computador esta manhã ou usaste um passe de segurança para entrar num edifício? Falas frequentemente com colegas e clientes por videoconferência? Se a resposta a qualquer uma destas perguntas for «sim», estás a usar a programação indiretamente todos os dias. Todas as máquinas e dispositivos que usamos dependem de programação, de alguma forma.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;Além disso, estando o trabalho cada vez mais informatizado, a maior parte das pessoas teria dificuldade em trabalhar sem programação. Além do mundo do trabalho, a programação tem sido utilizada para mudar vidas em todo o mundo. A IBM, em 2019, organizou um desafio chamado Call for Code, tendo convidado programadores a criar soluções técnicas para desastres naturais, tais como terremotos, vulcões e incêndios, utilizando código aberto para resolver problemas complexos do mundo real. A programação não é apenas o futuro do trabalho: é o futuro do mundo em que vivemos.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;h2&gt;Quais são as diferentes linguagens de programação?&lt;/h2&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;No sentido mais básico, programar é traduzir ações lógicas para uma linguagem que um computador consiga compreender. Isto permite-nos utilizar aplicações, software, websites, videojogos e muito mais. Se pensarmos em programação como o meio geral de comunicação – a voz –, então todas as diferentes linguagens serão os dialetos regionais. São compostas por palavras e frases utilizadas para comunicar com uma máquina; simplesmente, se expressam de formas ligeiramente diferentes.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;Cada linguagem de programação é concebida tendo por finalidade diferentes sistemas operativos, plataformas, estilos de programação e utilizações. As mais comuns são, por exemplo, JavaScript, Python, SQL, PHP, Ruby, Java e C, a par de algumas mais modernas, tais como Rust, Swift e Hack, embora haja muitíssimas mais.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;h2&gt;Porque é que ensinar programação deve ter a mesma importância que ensinar uma língua estrangeira&lt;/h2&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;De acordo com dados da Gartner, as «coisas» ligadas (como telemóveis, tablets e smartwatches) ultrapassarão de longe a população mundial até 2020, prevendo-se que venha a haver 20 mil milhões de dispositivos a serem utilizados. Faz sentido, então, tentar compreender as linguagens das coisas mais utilizadas no planeta, ou seja, os nossos dispositivos. Desta forma, podemos ligar-nos melhor, assim como ensinar e aperfeiçoar aquilo que tais dispositivos permitem alcançar.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;Talvez tenha chegado a altura de começarmos a considerar a programação uma língua estrangeira que deve ser ensinada com a mesma consideração com que se ensina português, francês e inglês. Tim Cook, CEO da Apple, parece concordar. Num excerto retirado desta entrevista, refere: «Se eu fosse um estudante francês de 10 anos, pensaria que aprender programação seria mais importante do que aprender inglês. Não digo que não se aprenda inglês, mas a programação permite-nos comunicar com sete mil milhões de pessoas. Na minha opinião, a programação deveria ser obrigatória em todas as escolas públicas».&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;A organização sem fins lucrativos Code.org é da mesma opinião. Este grupo dedica-se a alargar o acesso à informática nas escolas e a aumentar a participação das mulheres e das minorias pouco representadas, procurando levar a programação a ser ensinada como parte do currículo escolar. Também organizam a campanha anual «Hour of Code», um evento mundial de uma hora que celebra e desvenda a programação. De acordo com a Code.org, mais de 15 % de todos os estudantes do mundo participaram numa das campanhas Hour of Code.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;Não são apenas os jovens que ainda não tenham entrado no mercado de trabalho que devem pôr a programação no topo da lista de coisas a aprender, somos todos nós. A programação é para todos, desde o freelancer que precisa de editar websites à equipa financeira que tenta compreender modelos de orçamentos, e aprender como funciona vai-nos tornar melhores no trabalho que desempenhamos.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;As empresas inteligentes ensinam novas competências à força de trabalho existente, combatendo também a falta de competências com base em formação personalizada e incentivando a aprendizagem contínua. As estratégias de recrutamento destas empresas também passam por contratar programadores com pouca experiência, enquanto os programas de formação e os estágios se centram nas pessoas em início de carreira, e as palestras escolares, as maratonas de programação e os programas de experiência de trabalho servem de incentivo e inspiração para a geração seguinte de programadores. O que importa retirar daqui é que se torna cada vez mais importante as organizações apoiarem ativamente os colaboradores que têm necessidade de aprender novas competências, pois não só ficarão gratos pela segurança no trabalho que esta aprendizagem proporciona mas também se tornarão um recurso extremamente valioso para a equipa, atualmente e no futuro.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;h2&gt;As competências de programação ajudam-nos a coexistir com a tecnologia&lt;/h2&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;É habitual considerar que a programação está reservada apenas aos fanáticos da tecnologia e aos matemáticos, sendo um privilégio para um grupo restrito. Na realidade, à medida que o mundo do trabalho vai mudando e são automatizadas mais funções e tarefas, compensa preparar a carreira para o futuro. De acordo com a McKinsey, a IA e a automação vão transformar a natureza do trabalho e do local de trabalho. Prevê-se que no futuro as máquinas sejam capazes de realizar mais das tarefas repetitivas realizadas pelos seres humanos e, consequentemente, alguns trabalhos vão diminuir ou mudar, enquanto outros crescerão.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;Este relatório sugere que continuará a haver trabalho suficiente (porque a tecnologia criará novos empregos e modificará outros), mas a força de trabalho terá de se adaptar a estas mudanças e aprender novas competências. Esta força de trabalho terá de aprender a conviver com máquinas cada vez mais capazes, e que melhor forma de o fazer do que aprender as linguagens que controlam estas máquinas? Mesmo se um chatbot ou robô assumisse as partes administrativas ou repetitivas de uma função de atendimento ao cliente (dando tempo às pessoas para desempenhar mais tarefas exclusivamente humanas), esta tecnologia continuaria a necessitar de alguém que escrevesse o código que lhe permitiria funcionar. Também seria necessário alguém para aperfeiçoar a tecnologia, melhorando-a continuamente.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;Este futuro da tecnologia não é uma sentença de morte para a força de trabalho – realça sim a necessidade de aprender novas competências e de considerar o papel que a tecnologia terá ao lado das atuais competências nos próximos 5, 10 ou 15 anos. Sabendo o que vai mudar nas nossas funções, podemos adquirir as competências necessárias para continuarmos empregáveis.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;h2&gt;Porque é que devemos aprender a programar, mesmo que não sejam essas as nossas funções&lt;/h2&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;De acordo com este estudo da PWC, 74 % dos trabalhadores estão dispostos a adquirir novas competências ou a requalificarem-se completamente, de modo a permanecerem empregáveis no futuro. Obviamente que aprender a língua do futuro torna-nos empregáveis. Importa ter em conta que estas competências são úteis independentemente das nossas funções atuais. Além disso, num estudo feito para a Oracle Academy, verificou-se que mais de sete milhões de anúncios de trabalho nos EUA em 2015 correspondiam a funções que valorizavam competências de programação. Há uma procura evidente por estas competências e os empregos de programação estão a crescer de forma 50% mais rápida do que o mercado em geral.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;Embora a programação seja muito procurada por empresas de todos os tamanhos, é também uma competência extraordinariamente útil, especialmente para freelancers e trabalhadores independentes. Permite-nos não só criar o nosso próprio website, mas também automatizar tarefas que, de outra forma, poderiam causar uma perda de tempo significativa. Tarefas como introduzir dados ou responder a perguntas fáceis de um cliente podem ser todas feitas por software, desde que esteja bem programado. Mesmo o conhecimento mais básico pode ser útil. Porquê esperar pela resposta da equipa técnica quando nós próprios podemos fazer pequenos ajustes e mudanças, passando para a tarefa seguinte de forma rápida e eficiente?&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;Em 2019, nunca foi tão fácil aprender a programar. A programação, que anteriormente estava circunscrita a cursos de três anos, está agora acessível a todos. Há muitos recursos gratuitos online, mas para quem quiser chegar a um nível superior, há empresas como a Le Wagon que, em apenas três meses, ajuda as pessoas, do zero, a estarem preparadas para enfrentar múltiplos desafios de programação.&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;

&lt;div&gt;O que importa retirar daqui, simplesmente, é que é útil aprender programação. Quer seja um gestor ou um trabalhador numa empresa, as competências fundamentais que adquirir ao aprender programação vão prepará-lo para o futuro. Portanto, da próxima vez que pensar em aprender uma nova língua, mergulhando em frases e gramática, escolha a programação e comece a comunicar na língua do mundo.&lt;/div&gt;</summary>
    <dc:creator>Cristian Avanzini</dc:creator>
    <dc:date>2021-09-03T12:35:00Z</dc:date>
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